Salada de lentilha com rúcula

Um dos meus alimentos preferidos é a lentilha. Uma leguminosa maravilhosa rica em fibras e muito versátil. Dá pra fazer feito feijão, feito sopa, feito salada…E, como estamos no verão, segue uma receitinha de salada de lentilha com rúcula que eu faço um bocado aqui em casa. Fácil, prática e deliciosa!

Ingredientes:

– 500g de lentilha seca
– 1 ou 2 dentes de alho amassado
– cerca de 1 colher de sobremesa de óleo
– folhinhas de louro
– rúcula
– azeite extra-virgem a gosto
– sal e ervinhas a gosto

Modo de preparo:

Refogar com alho e óleo (pouco) a lentilha seca (gosto da Yoki), acrescentar água até cobri-la, sal à gosto (pouco, né? Melhor faltar do que sobrar…), louro e acompanhar o seu cozimento até ficar macia, mas não mole desmanchando. É bom ir adicionando a água aos poucos e deixando secar para que não sobre na panela.
Como sou currymaníaca, tempero com um pouco de curry e ervinhas de provence, mas cada um pode temperar como quiser. Fica melhor quando temperamos ainda na panela, com ela fervendo.
Quando estiver pronta, deixe esfriar,  tempere com azeite extra-virgem e adicione as folhas de rúcula desfiadas. Com pedacinhos de muzzarela de búfala também fica bom.

Algumas explicações sobre as leguminosas
Ao contrário do que muita gente pensa, feijões não “engordam” nem são indigestos. São alimentos ricos em fibras e proteína, que saciam e fazem muito bem ao intestino. São amigos de quem está precisando emagrecer e de diabéticos por possuírem baixo índice glicêmico. Isso significa que sua digestão lenta e tranquila vai liberando a glicose aos poucos no nosso sangue, impedindo nossa glicemia (taxa de açúcar no sangue) de oscilar. O resultado disso é que nos mantemos saciados por um bom tempo depois da refeição e não temos quedas bruscas de glicose no sangue, o que poderia nos fazer devorar guloseimas ferozmente quando a fome chegasse.

Então, podem abusar da saladinha de lentilha!

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Os cabelos agradecem

And now for something completely different….

Bom, tenho uma história e tanto com meus cabelos.

Aos 13 resolvi pintar de vermelho, com henna, e ficou lindo. Mas fiz isso até os 18 e o cabelo foi ficando grosso e ressecado. Parei de pintar, mas o dano ficou.

Depois de uns 5 anos acabei resolvendo pintar de novo de vermelho (adooorooo), mas com tonalizante. Pra quê?!?! O cabelo ficou esturricado, coitado…

Bom, depois de mais 2 anos pintando, parei novamente, dessa vez decidida a recuperar completamente meus fios, que estavam longos e bem castigadinhos. Claro que resolvi cortar também, pra dar aquela sensação de que estava progredindo mais rápido. Aí, uma cabeleireira muito “habilidosa” tascou navalhete por todo meu cabelo, deixando ele ralo, com aspecto mais ressecado ainda e, eu, com cara de doente. Fui obrigada a tosar. Mas tosar mesmo!

Meus cabelos super curtos e secos armavam que era um horror. Uma verdadeira juba.
Nesse ponto eu chego onde queria chegar no título do post: minha salvação, a linha reparadora aromacologia da L’Occitane!

A linha reparadora aromacologia completa

Comecei usando só a máscara, que é espetacular. Na primeira semana meu cabelo assentou como se tivesse feito uma progressiva sem chapa. Depois incluí o shampoo, o serum hidratante (num. 4)  e, atualmente, já meio de alta, estou usando diariamente o shampoo + o condicionador e, semanalmente, a máscara pra dar aquela “hidratada” mais potente.

Uma pequena explicação sobre o funcionamento dessas fórmulas capilares: Coloquei “hidratada” assim, entre aspas, porque a palavra “hidratar” significa adicionar água, e não é o que acontece quando fazemos esse tipo de tratamento no cabelo. O que acontede de verdade é uma mistura de fechamento das cutículas, por conta do baixo pH (acidez) das fórmulas, somado à criação de uma película de gordura em torno de cada fio, o que acaba “doando” um certo peso a mais ao cabelo. Com o uso contínuo, essa película e as cutículas fechadas vão poupando os fios das agressões do dia a dia e tornando-o, de fato, mais saudável.

Enfim, são produtos caros, mas valem o investimento, excelentes pra quem tem cabelo ressecado e armado.
Só não são indicados pra quem tem fios oleosos e/ou muito fininhos. Iam ficar lambidos…


Diabetes – esclarecendo alguns pontos

Esse é um assunto que eu já estudei um bocado na vida, por vários motivos. Acho que a mídia faz uma bela confusão ao abordá-lo e deu vontade de explicar algumas coisinhas…

Bom, pra começar, o nome “Diabetes” vem do grego e significa sifão,  algo por onde a água pode passar livremente. Isso quer dizer que o nome se refere ao principal sintoma da diabetes não tratada: a poliúria (fazer muito xixi). Simples assim.

Mas diabetes tem sobrenome latino, podendo se chamar diabetes mellitus ou diabetes insípidus, sem se esquecer de seu sintoma comum, a poliúria.

“Mellitus”, como já dá pra deduzir, vem de mel, de doce. Os antigos médicos-pesquisadores atribuíram esse “sobrenome” aos diabéticos de urina doce, os mais comuns.

Já “insípidus”, como também dá pra deduzir, vem de insípido, sem sabor, como a água pura. Davam o diagnóstico de Diabetes insípidus aos pacientes que apresentavam a urina assim, sem gosto de nada e cristalina como água, além de abundante, como já falei alí em cima. Essa condição é beeeeem rara. Trata-se de um probleminha na glândula Hipófise (que fica bem no meio da nossa cabeça), onde secretamos um hormônio que regula o quanto de xixi nós fazemos. Quando dá problema na parte da glândula responsável pela secreção desse hormônio, a pessoa vira uma torneirinha aberta.

A diabetes geralmente abordada pela mídia é a que mais traz problemas de saúde pública hoje em dia: diabetes mellitus.

A urina dessas pessoas fica doce porque há muuuuuita glicose no sangue e os rins acabam deixando escapulir uma parte. O sangue fica cheio de glicose porque um outro hormônio, a insulina, está ou faltando, ou trabalhando meio mal. A insulina tem uma função muuuuito importante pra nós: ela bota a glicose que comemos dentro das nossas células, o que permite que a gente tenha energia pra viver.

Aí é que vem a maior das confusões. A Diabetes mellitus, por sua vez,  pode ser classificada de duas formas: tipo 1 e tipo 2.

Na tipo 1, a pessoa, por motivos genéticos, produz anticorpos um tanto equivocados que atacam o pâncreas, bem no lugar onde a insulina é produzida. Acaba que a pessoa vai parando de produzí-la e a glicose que a pessoa come fica toda do lado de fora das células, no sangue.

Na tipo 2, geralmente, a pessoa tem gordura na barriga, geralmente não tem bons hábitos alimentares (e isso não significa apenas comer muito doce), geralmente tem fatores genéticos que dão aquele empurrãozinho e pronto, a insulina vai começando a ter dificuldades de fazer seu trabalho. Aí o pâncreas, achando que está faltando insulina, sai produzindo feito um maluco pra tentar resolver o problema, em vão. Chega um ponto em que ele desiste e a pessoa pára de produzí-la.

Os tratamentos para essas três condições tão distintas, mas com mesmo nome (Diabetes insípidus, diabetes mellitus tipo 1 e diabates mellitus tipo 2), são beeeeem diferentes também.

Em breve eu continuo, focando nos tratamentos.

OBS: não preciso nem dizer que isso aqui não substitui médico nem aqui nem na China, né? Qualquer identificação com os sintomas acima, procure seu médico (a)!


Oi!

Então, atendendo a pedidos, eis o blog.

O sub-título alí em cima diz tudo e, conforme for dando na telha, eu vou postando.

Beijins!